Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Conheça a Superbusca, o Google da Educação

É difícil imaginar a vida sem Google, né? Usamos tanto o dito cujo que aprendemos atémacetes de como se virar bem com ele. Agora, imagine uma ferramenta criada para quem precisa encontrar material qualificado e relevante sobre o ensino. Pois ela já existe e se chama Superbusca da Educação :O
Funciona assim: a equipe do Gente que Educa faz uma curadoria de conteúdo, selecionando os melhores sites. Com base nas palavras-chave inseridas pelo usuário, a Superbusca vasculha essa lista utilizando o potente motor de pesquisa do Google. Já são mais de mil endereços. Estão lá as páginas de todas as universidades públicas do país; os portais do Ministério da Educação (MEC), das Secretarias Estaduais da Educação e de todas as capitais brasileiras; 30 revistas acadêmicas renomadas; publicações sobre Educação e áreas afins; instituições do terceiro setor e muito mais. E você ainda pode indicar para a curadoria outros sites que não estão lá, clicando aqui.
Ao procurar o termo “jogos” , por exemplo, a Superbusca traz uma série de atividades lúdicas que você pode trabalhar com a turma. Nas páginas seguintes, aparecem trabalhos acadêmicos que estudam as brincadeiras na Educação, como um artigo que aborda a questão a partir da Teoria Crítica. Já no Google, a palavra-chave é entendida pelo algoritmo de maneira muito mais ampla, trazendo resultados que pouco têm a ver com a sala de aula.
O mesmo acontece com “contos” . O Google traz 23 milhões de resultados, na maior parte irrelevante para quem trabalha com Educação (a primeira página, por exemplo, só traz textos de teor erótico). Já a Superbusca devolve mais de 28 milhões de links com estudos acadêmicos, planos de aula e até páginas com diversas obras disponíveis para download, como textos de James Joyce. Já na pesquisa por “EJA” , encontramos os cadernos de Educação de Jovens e Adultos do MEC, que traz diversas orientações sobre o perfil dos alunos desse segmento e como os educadores contribuir para o ensino deles. São ao todo cinco cadernos, que vale a pena conferir! Dê uma olhada no Caderno 1 .
Pesquisando pelo tema “língua estrangeira”, achamos artigos interessantes, como Práticas de Tradução para Aula de Língua Estrangeira  e A Linguagem de Sala de Aula na Formação do Professor de Língua Estrangeira na Superbusca. Outro bom exemplo é a expressão “avaliação escolar”.  Foram localizados artigos sobre o tema que não estavam nas primeiras páginas do Google, como Avaliação do Rendimento Escolar: Estudos e Concepção.
E ai, gostou? O Gente que Educa e a Superbusca da Educação foram desenvolvidos com o intuito de unir a teoria e a prática para contribuir com a formação de educadores de todo o Brasil. Vem conhecer a nova ferramenta e Conte para gente o que achou!

http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/2014/12/03/conheca-a-superbusca-o-google-da-educacao/

terça-feira, 11 de novembro de 2014

4 redes sociais para usar na Educação

Além de ampliar seu contato com os estudantes, esses ambientes virtuais permitem trocar informações e discutir os conteúdos curriculares

Certamente, você e seus alunos já usam redes sociais para fins pessoais. Além dessa utilização, é possível aproveitá-las a favor da aprendizagem, criando um grupo online para a classe e atuando como mediador. As plataformas permitem tarefas variadas, como disponibilizar materiais e recebê-los dos alunos, comunicar o cronograma de trabalho, discutir temas vistos em sala em fóruns de bate-papo, entre outras. 
Ao utilizar as redes sociais - tema da reportagem "Quem vai encarar o Facebook?" (VEJA 2398, 05 de novembro de 2014) - cuide para que todos os estudantes sejam contemplados. Se eventualmente alguém não tem computador em casa, nem acesso à internet, garanta que possa participar usando os equipamentos disponíveis na escola, por exemplo.
Listamos abaixo quatro redes que você pode utilizar para complementar suas aulas. Analise qual delas se encaixa melhor nas suas necessidades e fique atento às restrições etárias: nem todos os ambientes são legalmente permitidos a crianças e adolescentes de todas as idades.
É bastante popular e tem atualmente 1,3 bilhão de usuários no mundo. Seu foco não é Educação, mas como é uma plataforma bastante conhecida, muitos alunos estão familiarizados com seu formato. Ao criar um grupo, é possível trocar mensagens, compartilhar arquivos e notícias relacionados ao tema de estudo e montar eventos para lembrar aos adolescentes sobre um compromisso ou entrega de material. Por outro lado, a utilização só é permitida para quem tem acima de 13 anos.
Acesse: www.facebook.com

Trata-se de uma plataforma criada em 2001 como um sistema para a criação de comunidades online voltadas à aprendizagem. Algumas universidades, centros de pesquisa e até secretarias de Educação disponibilizam o ambiente já customizado para os professores utilizarem com seus alunos. Nesses casos, basta criar um login e montar os grupos. Quem não tem essa oportunidade institucional, pode usar o site Moodle Livre e descobrir como montar comunidades no Moodle. É possível fazer páginas específicas do projeto desenvolvido, da turma ou da disciplina. Além dessas páginas exclusivas para um grupo de usuários, a ferramenta permite a produção de cursos online e a disponibilização e troca de materiais.
Também é gratuito. Tem uma interface de fácil utilização, parecida com a do Facebook, só que em Língua Portuguesa e com a vantagem que alunos de qualquer faixa etária podem utilizar. Há possibilidade de gerenciar os grupos criados, determinando se o aluno poderá publicar e editar os conteúdos do grupo, ou apenas ler. 
Essa é outra ferramenta gratuita e fácil de mexer. É possível montar grupos com alunos de diferentes classes e disponibilizar materiais para download, divulgar trabalhos, criar provas e questionários online, além de disponibilizar notas. É permitido também escrever, editar e publicar artigos. 


http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/redes-sociais-educacao-808955.shtml

sábado, 1 de novembro de 2014

4 ferramentas gratuitas para fazer e-books

Ferramentas gratuitas ajudam a publicar e-books

E-book é uma abreviação de origem inglesa para electronic book, ou seja, “livro eletrônico”. Esse tipo de publicação tem diferentes formatos (.pdf, .epub, .doc, .odt, .txt etc) e pode ser lido por diversos programas que funcionam no computador, no tablet e no celular, ou ainda, em dispositivos específicos, como o Kindle e o Kobo, os chamados “eReaders” (abreviação deelectronic readers ou leitores eletrônicos). Para os professores, o e-book pode ser um recurso interessante para compartilhar mais facilmente o trabalho da garotada com a família e a comunidade escolar. Foi o que fez a professora Ana Cláudia Santos, uma das vencedoras do Prêmio Educador Nota 10 em 2014. Ela desenvolveu um trabalho sobre contos populares com alunos do 6º ano da EE Padre Paulo, em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais, usando a tecnologia flippage, que permite transformar arquivos PDF em publicações digitais. “Não teríamos dinheiro suficiente para fazer um livro e a tendência do momento é que eles sejam digitalizados. Assim, faríamos economia e, principalmente, poderíamos divulgar nossos textos e o talento de cada um”, diz a docente. Veja o vídeo abaixo:
Inspirados pelo projeto de Ana Cláudia, reunimos algumas ferramentas gratuitas semelhantes a que ela usou para você criar seu próprio e-book com a turma. Confira:

A plataforma gratuita desenvolvida no Instituto Paramitas, em português, é inteiramente online, ou seja, não é necessário baixar e instalar um programa em seu computador, apenas fazer um cadastro para ter acesso à área de criação e publicação. Com uma interface intuitiva, é possível escolher capa, fundo e layout da página a partir de modelos prontos. Você pode publicar o arquivo na web (a obra fica disponível em um endereço online para compartilhar com quem quiser), salvar em HTML (para utilizar um servidor próprio) ou ainda no formato .pdf (para impressão e compartilhamento via email, por exemplo).

A ferramenta também é inteiramente online, disponível em português e fácil de usar. Basta um cadastro para iniciar a criação dos e-books. É possível escolher um estilo partir de uma lista de modelos de capa e tipos de fonte pré-definidos e personalizá-lo de acordo com suas necessidades. Também dá para inserir imagens e links, além de texto, claro. Há uma funcionalidade para importar textos e imagens a partir de uma URL, o que permite, entre outras coisas, transformar um blog em livro. Ao clicar em “publicar”, a obra fica disponível em uma URL que pode ser compartilhada com qualquer pessoa. Além disso, a plataforma oferece diferentes formas de disponibilizar o material para download nos formatos .pdf, .epub e kindle: gratuitamente, com pagamento social (ou seja, é preciso compartilhar um post de divulgação nas redes sociais para ter acesso ao download) ou em dinheiro (disponível apenas para assinantes do plano profissional).


É uma ferramenta online e gratuita para criação de ebooks no formato .epub. Após o cadastro, o usuário começa fazendo a capa (com título, autor e uma imagem, se quiser) e depois produz cada capítulo em uma página diferente, que possui um jeitão parecido com o Word. Diferente das outros sites semelhantes, a obra não fica disponível online e deve ser baixada para compartilhamento. O único formato possível para download é o .epub, considerado formato “universal” dos leitores de livros digitais.  

Disponível em várias línguas, incluindo o português de Portugal, ele é voltado especificamente para professores e possui diferentes recursos pedagógicos, inclusive para alunos com deficiência. Apesar de ter um visual um pouco mais antigo e ser meio lento, a plataforma é intuitiva e tem funcionalidades interativas: todo livro pode ter um glossário atrelado a ele; o conteúdo pode ser composto por textos, imagens, áudios e links; um recurso de áudio permite que todo o texto possa ser “lido em voz alta” a partir de um clique; e ainda é possível incluir os chamados “assistentes”: são diferentes personagens com a função de apoiar o leitor. O professor define um nome, uma figura e uma voz (masculina ou feminina) e atribui um texto para ele em cada página do livro. Quando o leitor clica no assistente, o texto escrito é enunciado pela voz escolhida. As obras criadas ficam disponíveis para leitura online, download e impressão, e o professor pode optar por publicá-las na Biblioteca Pública, um banco de dados acessível a todos.



http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/2014/10/28/4-ferramentas-gratuitas-para-fazer-e-books/